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Pensando o mundo todo

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  Tô aqui acordada às 3:44h da madruga, depois de uma semana inteira de dores da cabeça diárias, pensando o pouco que escrevo neste blog. Outro dia estava pensando sobre todas as pessoas do mundo. É!!! Sobre todas elas. Todas as pessoas que não fazem parte da minha vida. Aquelas que andam na mesma direção que eu, indo para o trabalho pela manhã bem cedo. Aquelas 120 pessoas com quem eu não falo no ônibus lotado, que eu pego todos os dias. As pessoas que passam dentro de seus carros vazios. As outras milhares de pessoas em centenas de outros ônibus. Nos transeuntes... no cara da rádio, no cantor, no cara do helicóptero que avisa que eu estou presa em um engarrafamento (como se eu já não soubesse). Pensava em todas as pessoas do mundo, ou, pelo menos do meu mundinho. Aí, depois, eu cansei e desliguei o registro, pois eu estava tomando banho. 

Quanta vida jogada fora no trânsito bosta de Niterói

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Distâncias curtas e o trânsito bosta de Niterói. Particularmente, estou passando por uma das ruas secundárias de Icaraí e levando uma eternidade para atravessar poucas quadras. Quanta vida se perde todos os instantes? É para isso que estamos vivendo?

Só temos o presente momento

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Um dia você acorda e é um gatinho filhote brincando com seus irmãos, como se não houvesse amanhã. Outro dia você é um gatinho cheio de histórias pra contar. Seus irmãos, já não sabe onde estão. Você é um gato cheio das personalidades. Mas o que é mais latente em você é essa forma evidente de viver apenas o presente. Um dia aprendo com você.

Um salto para o futuro

Estava curiosamente vendo as ferramentas que o Google oferece e dei de cara comigo no passado. Sim! Encontrei meus antigos blogs. Ler o que escrevi me fez sentir bem em saber que escrevia e me causou estranheza eu já não ser como antes. Mas estou mesmo querendo escrever mais. Organizar melhor meus pensamentos e de certa forma me expor. Afinal, quem se privaria dos seus 15 segundos de fama? A internet também é uma cápsula do tempo. Estou de volta e não sou mais eu, ao mesmo tempo, ainda corro atrás daquela Sandra que quero ser. Talvez seja isso viver. 

Se você nunca sentiu medo, vergonha ou dor, é porque nunca correu riscos

Eu sempre fui uma covarde em alguns aspectos de minha vida. O problema é que a convardia, como um câncer, tem a mania de se alastrar para outras áreas. Acho que me transformei em uma grande covarde. Pensando nisso, decidi arriscar. Agora, estou com minha cabeça como que em uma bandeja a ser entregue a um destino duvidoso. Mas não é assim sempre?